28 abril 2014

PAULINHO BOCA DE CANTOR

 

O som rebelde do suave Peu

As primeiras vezes que vi e ouvi o Peu Sousa tocando, tive a mesma atitude que tive com meus dois filhos, que também escolheram a música: calma, mais música, menos rebeldia, menos volume.
Mas isso era papo do tio Novo Baiano.

Mas a rebeldia começava a virar melodia, o peso começava a ter leveza, e estávamos começando a tirar som juntos.

Ele escutou, mas continuou enveredando pelos caminhos do rock e, quando vi, ele já estava pronto, vivendo o sucesso. E continuava com a mesma pegada. Mas a rebeldia começava a virar melodia, o peso começava a ter leveza, e estávamos começando a tirar som juntos.
Me lembro que fizemos duas participações bem legais: nos shows de Mariella Santiago e da Marcia Castro no verão do ano passado. Não deu tempo de tocarmos mais.
Encontro sempre com Peu e pergunto o que aconteceu. Porque acho que ninguém sabe. Ou se alguém sabe, não acredita. Nem pode acreditar. Só pode ter sido brincadeira. Pena que deixou todos nós muito tristes e até agora procurando a ficha que caiu no chão, da vida de cada um de nós.
Sempre bem lembrado, com a ternura e a doçura de um menino. Sempre carinhoso: e aí, Labouche? Um beijo e um carinho de filho. E vai ser sempre assim.
Paulinho Boca

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ESTUDO PARA PRIMEIRO ALBUM Nº3 // Single
  1. ESTUDO PARA PRIMEIRO ALBUM Nº3 // Single
  2. ESTUDO PARA PRIMEIRO ALBUM Nº4 // Single
  3. ESTUDO PARA PRIMEIRO ALBUM Nº2 // Single
  4. ESTUDO PARA PRIMEIRO ALBUM Nº1 // Single