28 abril 2014

MARCIA CASTRO

 

Peu era a própria musica, e sua guitarra, uma extensão do seu corpo, havia entre eles uma relação simbiótica, libidinosa que seduzia como o canto de uma sereia.

Peu era um anjinho endiabrado. Gente de intensidade rara, nada tolerante com o mediano e ao mesmo tempo de uma doçura especial que trazia leveza para essa personalidade tão marcante. O Peu que trago em mim é do amigo incondicional, da palavra e do abraço, e do artista visceral, que não separava a música do seu cotidiano.

Tudo nele era arte. Peu era a própria musica, e sua guitarra, uma extensão do seu corpo, havia entre eles uma relação simbiótica, libidinosa que seduzia como o canto de uma sereia. Quando via Peu tocar, eu sempre sentia: é nessa frequência que precisamos estar. Peu era pura inspiração.

 

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ESTUDO PARA PRIMEIRO ALBUM Nº2 // Single
  1. ESTUDO PARA PRIMEIRO ALBUM Nº2 // Single
  2. ESTUDO PARA PRIMEIRO ALBUM Nº3 // Single
  3. ESTUDO PARA PRIMEIRO ALBUM Nº4 // Single
  4. ESTUDO PARA PRIMEIRO ALBUM Nº1 // Single